fomos que fomos, e quicamos. dançamos. éramos 3 e 4. mais vários. e chocados. e entregues. mergulhados em taças de champagne roubadas. flutuantes. eu pensava em ligar, queria aqui. não deixaram. okay. aceito. dancei. e tivemos as nossas núpcias. entre as jubas e jujubas de uma festa que roubamos os holofotes. tão lindos. tão esquecidos e lembrados entre si. nem precisamos de mais do que nossos abraços e danças reconfortantes, dessa poesia over. nem queríamos, bitches, se perder. e na noite. entre luzes faíscantes. copos. copos. copos. e felizes. e sorrisos. nos esquecíamos, amigos, um nos braços dos outros. uma musa marginal, que ria à americana... um modernista de alto escalão político, à alemã se impunha e se abria... e polidez e grandes e largos gestos que (re)comportam o mundo... um arquiteto à membro de conselho, que sabia onde encontrar os copos, sempre os copos, a fixação dos copos. e o nobre barroco que sabia das partes da corte, de onde fazer os cortes. todos em sedas e brilhos. nobílissimos. e tão mágicamente unidos e felizes, como um único sorriso que se rasga em festa e noite estrelada.
____________________
Evandro Brèal
http://welstschemerz.blogspot.com/
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
ubi quo rio
I
le fleuve de m. clarice
é de lençóis em chamas
flutuantes e inexistentes
(o mar do leblon não é de lençóis)
em ipanema as mãos
II
o ônibus passava e a procissão corria
hirsuta
queria saber logo de vagar por todos os
pontos
uma trombada, um velho, cena de filme
até debaixo da terra tudo era aberto
ao redor da barca mar cerrado
(a ponte com ilusão de avalon)
de um lado, ainda, clarice,
doutro talvez rebelo
(espelhos espumam)
III
a barca não era sempre asséptica
nem o leito hospitalar
(entreverada a cama vermelha
e a zebra por travesseiro)
por vezes fumar vendo ao longe a catedral
a fumaça perdida no vento frio
dos aviões que sobrecruzavam
futuro perdido presente ahorístico
estou sem unhas
IV
depois que derrubei a parede
e contemplei ao fundo o vaso
e nunca fui ao fundo do copo
(o senhor me desceu rascante)
eu te vi de calças verdes e colete
(sem ás nos bolsos, puro valete)
para quem quis ser os bowies
um raio no rosto pode ser kiss
flashes (remind whose were them?)
luvas sem cortes
xadrez colado na pele
não para sempre
loura sem unhas feitas
V
quem tensionou a folha da palmeira
até desfibrilar para estender no chão
quem dormiu olhando a orla
e a estrela que sobe
a segurança providente manda que se vá para o lado
logo ali o passo das ondas é diferente
não pule na água
dormi(mos).
VI
eu precisei de algo com que cobrir
e da força nos goles
desisti de qualquer discussão para passar por debaixo dos arcos
sem coragem de me pendurar nos altos
e o garoto dançava nos paralelepípedos enquanto
deslizava o bonde
os moleques ca(o)ntavam e não deixavam a viagem seguir
no prédio velho de frente para os arcos
ele tangia o violão no apartamento azul sujo
terceiro andar, com sacada
- abraça mais forte, tenho medo que alguém me tome
VII
me cuida.
eu não passei pelas turistagens,
tinha algo como chamada de vampiro e
não gostava tanto de me expor ao sol
(tampouco da torrencialidade das lamas).
a academia de longe era sem arcadas, uma estátua
apenas queria vigiar pelo espírito
da letra sem sucesso
eu procurei a amiga narcisa
nos andares em que não abracei drummond
VIII
o mapa é praticamente igual: todo de triângulos
virados apenas para um lado.
metade da arte, metade dos astros abandonada.
desfilavam por cima da mesa todas elas em suas formas
fugidias entre fumaça (jurava que não haveria)
e as quis todas, não mais do que as mãos abaixo da mesa.
enlacei, e não foram as de lídia.
IX
no aviso de partida a corrida
do boletim de ocorrência
pernas doloridas de cada dança
roteiro histórico-colonial em olhares antigos
perdido por detrás dos óculos de onça
e do fumê perdido
no papel carbono da remington o registro da perda de identidade
agora em via civil você pode recobrar sua sede de ser outro
sacie num berro de perua ao passar a faixa
- toma este comprimido. há de te fazer menos mal
a conhecida companhia estranha
que estala de chegada junto com o tédio mortal
do passar de outra ponte.
- por george frança.
le fleuve de m. clarice
é de lençóis em chamas
flutuantes e inexistentes
(o mar do leblon não é de lençóis)
em ipanema as mãos
II
o ônibus passava e a procissão corria
hirsuta
queria saber logo de vagar por todos os
pontos
uma trombada, um velho, cena de filme
até debaixo da terra tudo era aberto
ao redor da barca mar cerrado
(a ponte com ilusão de avalon)
de um lado, ainda, clarice,
doutro talvez rebelo
(espelhos espumam)
III
a barca não era sempre asséptica
nem o leito hospitalar
(entreverada a cama vermelha
e a zebra por travesseiro)
por vezes fumar vendo ao longe a catedral
a fumaça perdida no vento frio
dos aviões que sobrecruzavam
futuro perdido presente ahorístico
estou sem unhas
IV
depois que derrubei a parede
e contemplei ao fundo o vaso
e nunca fui ao fundo do copo
(o senhor me desceu rascante)
eu te vi de calças verdes e colete
(sem ás nos bolsos, puro valete)
para quem quis ser os bowies
um raio no rosto pode ser kiss
flashes (remind whose were them?)
luvas sem cortes
xadrez colado na pele
não para sempre
loura sem unhas feitas
V
quem tensionou a folha da palmeira
até desfibrilar para estender no chão
quem dormiu olhando a orla
e a estrela que sobe
a segurança providente manda que se vá para o lado
logo ali o passo das ondas é diferente
não pule na água
dormi(mos).
VI
eu precisei de algo com que cobrir
e da força nos goles
desisti de qualquer discussão para passar por debaixo dos arcos
sem coragem de me pendurar nos altos
e o garoto dançava nos paralelepípedos enquanto
deslizava o bonde
os moleques ca(o)ntavam e não deixavam a viagem seguir
no prédio velho de frente para os arcos
ele tangia o violão no apartamento azul sujo
terceiro andar, com sacada
- abraça mais forte, tenho medo que alguém me tome
VII
me cuida.
eu não passei pelas turistagens,
tinha algo como chamada de vampiro e
não gostava tanto de me expor ao sol
(tampouco da torrencialidade das lamas).
a academia de longe era sem arcadas, uma estátua
apenas queria vigiar pelo espírito
da letra sem sucesso
eu procurei a amiga narcisa
nos andares em que não abracei drummond
VIII
o mapa é praticamente igual: todo de triângulos
virados apenas para um lado.
metade da arte, metade dos astros abandonada.
desfilavam por cima da mesa todas elas em suas formas
fugidias entre fumaça (jurava que não haveria)
e as quis todas, não mais do que as mãos abaixo da mesa.
enlacei, e não foram as de lídia.
IX
no aviso de partida a corrida
do boletim de ocorrência
pernas doloridas de cada dança
roteiro histórico-colonial em olhares antigos
perdido por detrás dos óculos de onça
e do fumê perdido
no papel carbono da remington o registro da perda de identidade
agora em via civil você pode recobrar sua sede de ser outro
sacie num berro de perua ao passar a faixa
- toma este comprimido. há de te fazer menos mal
a conhecida companhia estranha
que estala de chegada junto com o tédio mortal
do passar de outra ponte.
- por george frança.
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over,
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domingo, 10 de maio de 2009
bitch de carteirinha

lurdí jipão (que deve ter um belo capô de fusca) inspira a pensar não só a aposentadoria da profissional do "séquisso". os lugares que a rapariga de 40 anos de profissão frequenta são inspiradores. quem não sonha com ir ao cabaret de um FRANCISQUINHO VIADO (que potencialmente se apresenta como tal) ou de uma CHICA DE BIRRO (penso aqui em um amigo que chama a neca de "birro", o que me leva a pensar que chica pode ser travesti, ou "homem de tromba", como diziam meus alunos)?
(dedicado à cláudia carvalho, que enviou a imagem.)
- por george frança.
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cleópatra
estendida no divã, a maquiagem a marcar obliquamente o olho preto, e não pardo, liz taylor perfila e suspende a mão. faz a egípcia. a palmeira que a abana, plástica, e o eunuco sem castração poderiam ser o triunfo da vontade por sob tanta luz. não sabia que o egito de andaimes em que se postava poderia ser tão iluminado. do escuro do meio das almofadas, puxa seu derradeiro cigarro. luxor, longo e fino. a peruca por sobre as sombrancelhas milimetricamente dissolvidas já passava a perturbar o siso. o velho ou o novo? matara um, mataria outro. a cobra ao cesto, procurando pelo próprio rabo, parecia sondar. não tinha guizos, nem pulseiras, apenas o busto lhe cairia tão bem quanto a uma mulher com os cabelos levantados. psicologismos (experimentais ou não) não valem para as cobras. uma voz fanhosa de cantor de rádio se fazia ouvir entre a fumaça dos intervalos. repito o gesto de quem um dia as abandonou.
- por george frança.
- por george frança.
domingo, 3 de maio de 2009
Intelectuais
desterrados
em algum ponto entre NY e Paris
talvez em algum recanto do terceiro mundo
economias desenvolvidas em esquinas
de saias curtas
ou fazendo compras nos shoppings
- sex shop -
cheios de si
interessantíssimos
intelectuais
artistas
putas
over
over futile
com fortes tendências
a esperar demais
pela satisfação do último cliente.
________
Ev. Brèal.
em algum ponto entre NY e Paris
talvez em algum recanto do terceiro mundo
economias desenvolvidas em esquinas
de saias curtas
ou fazendo compras nos shoppings
- sex shop -
cheios de si
interessantíssimos
intelectuais
artistas
putas
over
over futile
com fortes tendências
a esperar demais
pela satisfação do último cliente.
________
Ev. Brèal.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
overbitch
três gritos escuros na falta de luz:
pai, onde está ele?
saltos descalços
vinte centavos
lingerie rasgada
sem Senhor
sim sinhor
um copo de gim
o grito das unhas na pele
a gillette oculta como verdade
v-a-g-a-b-u-n-d-a
de tônicas salientes
e nenhuma mentira
_____________
Ev. Brèal.
pai, onde está ele?
saltos descalços
vinte centavos
lingerie rasgada
sem Senhor
sim sinhor
um copo de gim
o grito das unhas na pele
a gillette oculta como verdade
v-a-g-a-b-u-n-d-a
de tônicas salientes
e nenhuma mentira
_____________
Ev. Brèal.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
over!
para verem que é quando se chega ao finisterra que uma série de tv pode se transformar em um blog que, se é over, é overbitch:
- por george frança, ev. bréal e renata gomes.
- por george frança, ev. bréal e renata gomes.
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fim do mundo,
finisterra,
over,
rio grande,
three bitches
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Escola de Mulheres
amores, nada de Moliére por aqui. não ainda. entre rímel e pós. muitos pós. coloridos oriundos dos alfarrábios velhos, pouca coisa resta - relembro a nobreza das marafonas e prostitutas: Babilônia. babando colônia não sei deixo as coxas aqui ou a ali, lanço mão deste nobreza inútil de terceiro mundo, respiro, ofego, me queixo coçando o queixo numa atitude de quem diz ai e esconde debaixo das unhas as palavras silenciadas. não, não uso soutien. movimento que conheço é apenas aquele santo: ascender sempre ao céus, com sua mão sobedescendo pelo longo das espáduas. tão literário....
nada de ser nobre no terceiro mundo. quarta dimensão. dedo fincado no fundo do olho no raso do espelho como uma lambida no bico do peito desconhecido. uma mordida como complemento.
não gosto de ser marginal, acho tão sem classe. over. demodé. procuro o vinho, agora quente. não sei. talvez um folhetim burguês lamurioso jogado à porta e esquecido desde o século XVIII. definitivamente, odeio vinícius. verdadeiramente, minha maquiagem definitiva como insígnia deste sangue que digo e repito e insisto e não mostro. hora de missa. hora de perverter o confessionário: eu sei que o que conto faz o padreco me desejar ainda mais, mas é bom isso que é bom... e desfio meu cruz-credo de rosário de mil-e-uma-noites tão bem acordadas que eu faço dele ali atrás da malha, diante de mim, assim no segredo, sei que ele sabe que jogo mas assim como eu-você jogar é o bastante, não?
deixo a coroa, o coroa, lavo a cara. hora de um pouco de make-up ao nu. luz de inverno. uso das coxas e deliro na paixão de cristo.
encerro por aqui e passo o pau.
over over.
- por Evandro Brèal.
deixo a coroa, o coroa, lavo a cara. hora de um pouco de make-up ao nu. luz de inverno. uso das coxas e deliro na paixão de cristo.
encerro por aqui e passo o pau.
over over.
- por Evandro Brèal.
bitch
querer, querer, fazer, doer, gemer, sentir, repetir. queremos as vergonhas à mostra, a toda prova. mais do que a alucinação da viagem. se disserem que nos prostituímos, nos exibiremos em indumentária de vinil ou de seda em todas as esquinas, em todas as páginas nada militantes nem tão milhares que por aí se vão desdobrando, desobrando. se tivermos que eleger uma musa, somente será dama se for dos batons borrados e do perfume, barato ou caro, o que seja, consumido pelo calor da carne tatuada ardente.
precisamos tocar. tocar mesmo o que contempla a câmera com cara cínica enquanto quatro, cinco, dez penetrações se dão a sangue frio, a borracha com relevos. todas as gotas do gozo sequestrado, as lubrificações retidas e os urros de quem se apoia no umbral da janela enquanto exibe as tetas aos vizinhos.
queremos os banhos nus, os robes de chambre e as banheiras de motel. seja lícita toda forma de baixaria, consentida e praticada, menos virginal e viridente do que desavergonhada e posta sobre a mesa, nos banheiros de qualquer quebrada ou nas melhores e mais recônditas camas.
apologetas da safadeza.
exegetas de coisa alguma, menos importados com discurso e forma do que com força, élan. pelo fim das autonomias, pelas homo, hetero, transnomias. o totem na figura do travesti. em ponto. fist. por todo o basfond irrevelado. o amor livre, a contrapelo, cravado em unhas nas costas e penteado nos pescoços manchados.
a delícia saboreada de um não bem dito. o sublime da recusa. o brilho de vero olho alheio mareado pelo que não consegue realizar. a deliberação suprema.
cantando com sade, surrando kant a golpes de pau mole enquanto marca suas horas. por muito mais que um leve desbunde em santa tereza ou em boate fechada. sem platonismos. sem heterotopias, utopias, distopias.
não somos alternativa ao sistema. não somos revolução. assistemáticos. soltos, devires. dançarinas penduradas em poles. espelhos cheios de marcas de dedos nos circundam. uma nota na calcinha. uma moeda jogada às costas. a quantia sobre o criado-mudo pela manhã. a alça da bolsa arrebentada. as ligas esfaceladas em um agarro supremo à cabeceira da cama. as meias arrastão esburacadas por tantos dedos quantos queiram o corpo não sacral, mas mordível. os carros balançantes nas beiradas de parques.
além até mesmo do uso, o abuso. petrificados totalmente, estirados em qualquer leito, a medusa de cabeça cortada e teseu extasiado. e tão assexuados quanto uma barbie e um ken. cheios de maquiagem, artifícios puros.
e o andar pelas ruas enquanto amanhece, sob os óculos escuros, com o cinismo da indignidade.
(nada de manifesto poético. a vida destarte.)
- por george frança.
precisamos tocar. tocar mesmo o que contempla a câmera com cara cínica enquanto quatro, cinco, dez penetrações se dão a sangue frio, a borracha com relevos. todas as gotas do gozo sequestrado, as lubrificações retidas e os urros de quem se apoia no umbral da janela enquanto exibe as tetas aos vizinhos.
queremos os banhos nus, os robes de chambre e as banheiras de motel. seja lícita toda forma de baixaria, consentida e praticada, menos virginal e viridente do que desavergonhada e posta sobre a mesa, nos banheiros de qualquer quebrada ou nas melhores e mais recônditas camas.
apologetas da safadeza.
exegetas de coisa alguma, menos importados com discurso e forma do que com força, élan. pelo fim das autonomias, pelas homo, hetero, transnomias. o totem na figura do travesti. em ponto. fist. por todo o basfond irrevelado. o amor livre, a contrapelo, cravado em unhas nas costas e penteado nos pescoços manchados.
a delícia saboreada de um não bem dito. o sublime da recusa. o brilho de vero olho alheio mareado pelo que não consegue realizar. a deliberação suprema.
cantando com sade, surrando kant a golpes de pau mole enquanto marca suas horas. por muito mais que um leve desbunde em santa tereza ou em boate fechada. sem platonismos. sem heterotopias, utopias, distopias.
não somos alternativa ao sistema. não somos revolução. assistemáticos. soltos, devires. dançarinas penduradas em poles. espelhos cheios de marcas de dedos nos circundam. uma nota na calcinha. uma moeda jogada às costas. a quantia sobre o criado-mudo pela manhã. a alça da bolsa arrebentada. as ligas esfaceladas em um agarro supremo à cabeceira da cama. as meias arrastão esburacadas por tantos dedos quantos queiram o corpo não sacral, mas mordível. os carros balançantes nas beiradas de parques.
além até mesmo do uso, o abuso. petrificados totalmente, estirados em qualquer leito, a medusa de cabeça cortada e teseu extasiado. e tão assexuados quanto uma barbie e um ken. cheios de maquiagem, artifícios puros.
e o andar pelas ruas enquanto amanhece, sob os óculos escuros, com o cinismo da indignidade.
(nada de manifesto poético. a vida destarte.)
- por george frança.
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